domingo, 1 de julho de 2012

Tao Te Ching - A Essência do Taoismo




TAO TE CHING
O Livro que revela Deus

Tao Te Ching é um dos livros mais importantes da literatura universal. Escrito por volta do século V.I a.C, na China, tem sido livro de cabeceira de reis, chefes de estado, filósofos, políticos homens de ação, empreendedores e grandes lideres espirituais.
É indiscutível a influência do livro no budismo zen. É a essência religiosa do Taoísmo. O espírito da China é o próprio Tao.
Sobre o filósofo Lao-Tse, tido como autor do livro e fundador do Taoísmo, sabe-se muito pouco. Sob a ótica histórica pode-se afirmar que se trata de um personagem mitológico. Em alguns trechos de sua história surge como a figura de um homem estranho, exótico, avesso a honrarias e manifestações sociais. Era a perfeita antítese de seu famoso contemporâneo Confúcio (Kong-fu-Tse). Lao-Tse nunca passou de um eficiente funcionário público – bibliotecário do rei ou de algum mandarim da China Imperial.


Lao Tsé montando o Búfalo

Tao Te Ching (esta é sua verdadeira grafia e pronúncia), com suas 5.000 palavras, distribuídas em 81 poemas ou capítulos, teria sido escrito a pedido de seu amigo Yin Hsi, pouco antes de Lao-tse partir para sempre da China. O livro teria sido escrito durante um pernoite, por solicitação do amigo, que era o guarda da fronteira. A tradição conserva, ainda, o espanto e a veneração daquele guarda de fronteira pelo solene velho-sábio de comprida barbicha,montado num boi, que se mudava de seu país por não concordar com o caos administrativo local.



Lao significa criança,jovem,adolescente.
Tsé é o sufixo de muitos nomes chineses, indicando idoso, maduro, sábio, corresponde ao grego presbyteros, significa literalmente ancião com a conotação de maduro, espiritualmente adulto.
De maneira que podemos transliterar Leo-Tsé por "jovem sábio", adolescente maduro".
Lao-Tsé viveu no século VI a.C. Passou a primeira metade da sua vida - cerca de quarenta anos - na corte imperial da China, trabalhando com historiador e bibliotecário.
Homem de meia idade, Leo Tsé abandonou a corte imperial e retirou-se, como eremita, para a floresta, onde viveu a segunda metade da sua vida estudando, meditando auscultando a voz silenciosa da intuição cósmica.
Lao- Tsé, em quase meio século de silêncio e solidão, deve ter aucustado a voz do Infinito, a alma do Universo, e tentou exprimir em conceitos mentais e em palavras verbais a sua sabedoria ultramental e ultaverbal.
Lao Tsé foi contemporâneo de outro filósofo chinês, Kong-fu-Tsé ( latinizado: Confucius ), o qual elaborou uma filosofia moral social que não transcende o plano horizontal da vida de cada dia, mas plasmou, como nenhuma outra a vida do povo chinês. 





Fonte: TAO TE CHING - O livro que Revela Deus - Coleção A obra Prima de cada Autor - Martin Claret

Nenhum comentário:

Postar um comentário