sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O livro da Lei
Em 1 de Junho de 2006
Local: Sitio de Zaratustra
Hora: 05:50
Lua: Minguante
É um arquivo dos ensinamentos Divinos, onde encontramos tudo que buscamos e que precisamos para esta nossa viagem por este planeta.
A viagem pode nos parecer longa mas é curtíssima, se olharmos para o céu e vermos a grandeza do Universo.
Veja o Livro da Lei como um manual de instruções ele pode mapear o caminho do místico, pela remoção do apego.
Confronta as alturas e os abismos da batalha espiritual e veja a alma em união com o Criador. Nos salmos Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos encontraremos orientação.
Para afastar o ego, devemos passar por todas as provas por todos os mundos e até termos nos tornado um com Deus.
IRICY LOPES FRANCO
Pedagogia dos Cinco Budas Diani : As Cinco Sabedorias
| Budas | Venenos Mentais | Sabedorias |
Akshobhya | Raiva ou ódio | Sabedoria clara como espelho |
Ratnasambhava | Orgulho ou ego | Equanimidade |
Amitabha | Desejo ou luxúria | Sabedoria discriminativa |
Amogasiddhi | Inveja ou ciúmes | Sabedoria que tudo realiza |
Vairochana | Ignorância ou delusão | Natureza da mente (dharmadatu) |
Sabedoria do Espelho (cor: azul): A sabedoria do espelho nos permite oferecer aquilo que faz sentido dentro do mundo do outro, aquilo que ele é capaz de entender. Esta sabedoria nos permite acolher o outro onde quer que ele esteja e a partir dela estabelecemos contato positivo, que nos permite ir adiante de forma significativa e produtiva. Esta sabedoria nos permite a compreensão de que o mundo que vemos ao nosso redor é o mundo que reflete nossa mente.
- Sabedoria da Equanimidade (cor: amarelo). Esta compreensão faz nascer um interesse genuíno em mover-se na direção do outro, amparando, promovendo qualidades positivas como compaixão, alegria, equanimidade, generosidade, moralidade, paz, energia constante, concentração e sabedoria. No contexto da prática educativa incrementamos as qualidades positivas que permitem um crescimento dentro do contexto das aprendizagens que demandam cada etapa.
- Sabedoria Discriminativa (cor: vermelho): Tem por base a lucidez e a serenidade. No contexto da prática educativa constitui o eixo de compreensão que nos permite diagnosticar obstáculos, orientar e prescrever métodos.
-Sabedoria da Causalidade (cor: verde): Sabedoria que brota da adversidade das circunstâncias. No contexto da prática educativa permite que avancemos além das sensações de ganho ou perda, vantagem ou desvantagem, nossa e dos outros. Permite que possamos dissolver obstáculos e negatividades, ou integrá-las, para que as aprendizagens sejam significativas e positivas.
- Sabedoria de Darmata (cor: branco): Permite-nos não dar concretude demasiada as situações e fenômenos, ou, ao que quer que esteja nos afetando, permitindo o acesso a região de lucidez, coragem, estabilidade, criatividade e segurança, interna em cada um.
Fonte pesquisada : http://www.editorialj.com.br/jd/wp/carmen/proposta-pedagogica/ acessado em 19/01/2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Silêncio dos Lobos
Silêncio dos lobos
Pense em alguém que seja poderoso...
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.
Não é verdade !
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:
“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio".
Responda com o silêncio, quando for necessário.
Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.
E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
Texto de Aldo Novak
Fonte: Adiemus Sementes de Reflexão
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