quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O livro da Lei

Em 1 de Junho de 2006
Local: Sitio de Zaratustra
Hora: 05:50
Lua: Minguante




              É um arquivo dos ensinamentos Divinos, onde encontramos tudo que buscamos e que precisamos para esta nossa viagem por este planeta.
              A viagem pode nos parecer longa mas é curtíssima, se olharmos para o céu e vermos a grandeza do Universo.
         Veja o Livro da Lei como um manual de instruções ele pode mapear o caminho do místico, pela remoção do apego.
            Confronta as alturas e os abismos da batalha espiritual e veja a alma em união com o Criador. Nos salmos Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos encontraremos orientação.
          Para afastar o ego, devemos passar por todas as provas por todos os mundos e até termos nos tornado um com Deus.

IRICY LOPES FRANCO

Pedagogia dos Cinco Budas Diani : As Cinco Sabedorias







Budas
Venenos Mentais
 Sabedorias
Akshobhya
Raiva ou ódio 
Sabedoria clara como espelho
Ratnasambhava
Orgulho ou ego 
Equanimidade 
Amitabha
Desejo ou luxúria 
Sabedoria discriminativa 
Amogasiddhi
Inveja ou ciúmes 
Sabedoria que tudo realiza 
Vairochana
Ignorância ou delusão
Natureza da mente (dharmadatu)



Sabedoria do Espelho (cor: azul): A sabedoria do espelho nos permite oferecer aquilo que faz sentido dentro do mundo do outro, aquilo que ele é capaz de entender. Esta sabedoria nos permite acolher o outro onde quer que ele esteja e a partir dela estabelecemos contato positivo, que nos permite ir adiante de forma significativa e produtiva. Esta sabedoria nos permite a compreensão de que o mundo que vemos ao nosso redor é o mundo que reflete nossa mente.

- Sabedoria da Equanimidade (cor: amarelo). Esta compreensão faz nascer um interesse genuíno em mover-se na direção do outro, amparando, promovendo qualidades positivas como compaixão, alegria, equanimidade, generosidade, moralidade, paz, energia constante, concentração e sabedoria. No contexto da prática educativa incrementamos as qualidades positivas que permitem um crescimento dentro do contexto das aprendizagens que demandam cada etapa.



- Sabedoria Discriminativa (cor: vermelho): Tem por base a lucidez e a serenidade. No contexto da prática educativa constitui o eixo de compreensão que nos permite diagnosticar obstáculos, orientar e prescrever métodos.

-Sabedoria da Causalidade (cor: verde): Sabedoria que brota da adversidade das circunstâncias. No contexto da prática educativa permite que avancemos além das sensações de ganho ou perda, vantagem ou desvantagem, nossa e dos outros. Permite que possamos dissolver obstáculos e negatividades, ou integrá-las, para que as aprendizagens sejam significativas e positivas.



- Sabedoria de Darmata (cor: branco): Permite-nos não dar concretude demasiada as situações e fenômenos, ou, ao que quer que esteja nos afetando, permitindo o acesso a região de lucidez, coragem, estabilidade, criatividade e segurança, interna em cada um.






Fonte pesquisada : http://www.editorialj.com.br/jd/wp/carmen/proposta-pedagogica/ acessado em 19/01/2012         

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Silêncio dos Lobos





Silêncio dos lobos


Pense em alguém que seja poderoso...
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.
Não é verdade !
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:

“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio".

Responda com o silêncio, quando for necessário.
Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.
E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

Texto de Aldo Novak
Fonte: Adiemus Sementes de Reflexão

Pensamento e Filosofia de Zaratustra

Força Vital da Vida

Músicas do Mundo

http://www.youtube.com/watch?v=KZBrglDlm7U&feature=related